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Sobre nós

A Quase Quase nasceu de uma necessidade.

Temos 3 filhos e o mais pequenino tinha nascido há poucos meses. O tempo para preparar refeições era muito escasso. Cozinhávamos em quantidade e congelávamos (para termos mais refeições sem ter que as cozinhar desde o início) e a oferta que encontrávamos de refeições prontas deixava-nos preocupados: ou porque vinham embaladas em plástico ou alumínio, porque usavam farinhas ou produtos refinados, gorduras processadas ou ingredientes que não queríamos ver nas refeições lá de casa. Mas, acima de tudo, nenhuma tinha Caldo de Ossos. Mesmo com um bebé pequeno, era fácil colocar uns ossos ao lume, alguns vegetais e ervas, um pouco de sal e vinagre de sidra e deixar a fervilhar. Podemos dizer, talvez, que a Quase Quase nasceu deste ritual dos Caldos.

A Quase Quase acredita que comer bem deve ser possível todos os dias, mesmo quando não há tempo para cozinhar. Por isso, cozinhamos refeições saudáveis, saborosas e nutritivas – feitas com ingredientes cozinhados com tempo que nascem da terra, respeitam o corpo, reduzem inflamação e picos de glicémia. E o segredo? E quase tudo o que cozinhamos é enriquecido com Caldos de Ossos.
Depois, ultra-congelamos – por ser o método que melhor preserva nutrientes, textura e sabor sem precisar de recorrer a aditivos nem conservantes – e embalamos em caixas lindas livres de plástico ou alumínio.
Queremos ajudar mais famílias a ter mais tempo, a cuidar dos seus e a criar um ritual de gerações partilhado à mesa. Todos merecemos sentir que não somos maus pais por aquecermos alguma coisa rápida para as crianças naqueles dias em que não deu tempo para mais. A nossa comida é rápida, prática e faz bem.

O jantar? Está Quase Quase!

Com amor, Leonor e Hugo

Comida que cuida.

A nossa equipa

Acreditamos que cozinhar é um acto de amor. Somos uma equipa pequenina unida por um mesmo propósito: cuidar. Cuidar uns dos outros, da comida que cozinhamos, das mesas que temos o privilégio de servir. Trabalhamos diariamente com exigência, respeito pelos ingredientes e um profundo sentido de missão. Da cozinha à logística, cada pessoa tem um papel essencial  e cada refeição leva um pouco de todos nós.

Com amor,
Leonor e Hugo

Alexandra

Alexandra

Nos sábados em Campo de Ourique (e às vezes na Av. de Roma) é um dos rostos que acolhe, com atenção, com calma e com um sorriso sempre pronto. Chegou à Quase Quase pela mão de uma amizade antiga, daquelas que começam na infância e ficam para a vida. Uma presença doce, tranquila e sempre disponível. Daquelas pessoas que vê o que é preciso antes de alguém pedir... e faz. Organiza, melhora, pensa no todo. Há sempre qualquer coisa que ficou melhor porque a Alexandra passou por ali. Gosta especialmente de explicar aos clientes o que está por detrás da Quase Quase e não está só a atender, está a cuidar. Quando os clientes chegam, encontram uma pessoa leve, disponível e presente porque, quando entra para trabalhar, deixa os problemas à porta. Sente que os melhores dias são aqueles em que sente que fez a diferença e o seu prato preferido da Quase Quase é o Empadão de atum - simples, reconfortante e daqueles que sabem bem.

Madalena

Madalena

Chegou à Quase Quase através de uma ligação em comum, mas rapidamente passou a fazer parte do ritmo da casa. Gosta de pessoas, muito! O contacto com clientes fascina-a e isso sente-se em cada conversa, em cada detalhe que guarda, em cada cliente a quem se lembra de ligar ao final do dia quando percebe que, afinal, o Ossobuco vai regressar mais cedo do que o que tinha prometido. Dedicada, bem disposta e responsável, mas também intensa. Anda sempre a correr, com inúmeras ideias, com vontade de ajudar e sempre disponível para mais qualquer coisa. Da nossa Quase Quase, surpreendeu-a o ambiente: a generosidade, a empatia, a forma como a equipa funciona. Um dia bom? Boas vendas, clientes felizes e aquele carinho que fica no fim. Adora cozinhar e acha difícil escolher o seu favorito da nossa Quase Quase, mas o Caril de cação, o Arroz de pato ou o Chili do Hugo estão sempre no topo.

Joana

Joana

Começou por ser a ama dos “meninos” quando ainda nem havia Quase Quase. Sempre sorridente, desde o primeiro contacto sentiu que fazia parte da casa e, mais tarde, da Quase Quase. Começou por estar próxima da família e rapidamente se tornou numa peça essencial no dia a dia, daquelas presenças sempre bem-dispostas e carinhosas sem as quais tudo seria diferente. Acompanha de perto a produção do beef tallow - conhece os processos, os tempos e os segredos (quase manhas) de um ingrediente que não é só gordura e que exige cuidado, atenção e consistência e assiste, sempre a rir, às inúmeras experiências que se vão fazendo lá em casa! É atenciosa, carinhosa e amiga e trabalha com uma discrição que muitas vezes passa despercebida, mas que sustenta tudo o que se faz. O que mais a marcou na nossa Quase Quase foi a simplicidade dentro da exigência. A forma como se pede muito, mas com base no respeito e no cuidado. Sabe que o seu trabalho está nos pormenores e é aí que está a excelência de tudo o que se faz. Um dia bom é quando tudo corre como planeado, sem imprevistos, com organização e com o reconhecimento do esforço. Para a Joana, o prato favorito da Quase Quase é um clássico que nunca falha: o arroz de pato!

Kevyn

Kevyn

Conheceu a Quase Quase ainda no Brasil, através da irmã, que já lhe falava de nós e da forma como aqui se trabalha. Quando chegou a Portugal, percebeu que estavam à procura de alguém para fazer entregas e logística. Depois de algumas entrevistas, conquistou o seu lugar na equipa. Gosta especialmente das entregas. Não só porque conhece as caras dos nossos clientes e muitos sítios diferentes, mas porque é nas entregas que consegue perceber mais de perto aquilo de que os clientes realmente gostam, o que procuram e as dúvidas que têm. Acaba por aprender muito com cada contacto. É resiliente, dedicado e guiado por uma fé muito própria: acredita que, mesmo quando as coisas são difíceis, no final vai sair mais forte de cada desafio. O que mais o marcou foi o cuidado entre todos. A forma como as pessoas se importam umas com as outras e como isso faz diferença no dia-a-dia. Todos os dias aprende alguma coisa nova, seja a ajudar na cozinha, a amanhar um pato ou a ir ao aeroporto buscar mercadoria. Gosta dessa variedade e das experiências que vai acumulando. Um dia bom é quando termina as suas tarefas e ainda consegue ajudar a equipa. E há um prato favorito na nossa Quase Quase? Claro! As pataniscas de salmão!

Ludmila

Ludmila

Chegou à Quase Quase quase por engano: já conhecia a equipa de uma parceria anterior, houve um mal-entendido com um currículo e, em vez de esperar, decidiu colocar-se disponível. E acabou por ficar. Gosta de ser útil. De ajudar, seja a escolher um prato, seja a resolver um imprevisto. Está atenta, disponível e presente em tudo o que faz. É proativa, empática e confiável. E isso sente-se na forma como trabalha e como se relaciona com todos à sua volta. O que mais a surpreendeu foi o cuidado e o acolhimento que se sentem na Quase Quase. Já passou por outros sítios e sabe que nem sempre é assim: sobretudo sendo imigrante. Aqui, a preocupação entre as pessoas é real e faz-se sentir todos os dias. Sabe que o seu trabalho exige atenção constante aos detalhes: respeitar processos, confirmar detalhes, perceber as necessidades específicas de cada cliente. Pequenas coisas que fazem toda a diferença. Um dia bom é um dia leve, com boa ligação com a equipa e a sensação de que tudo fluiu bem. E há um favorito claro: a Quiche Proteica, que tem um lugar especial. O chili do Hugo vem logo a seguir, especialmente para quem gosta mesmo de feijão.

Emanuel

Emanuel

Chegou à Quase Quase através de outro membro da equipa e encontrou aqui um lugar onde gosta de se envolver por inteiro. Gosta de tudo um pouco, sobretudo de aprender coisas novas e de fazer o seu trabalho com energia e boa disposição. Descreve-se como alguém de comunicação, respeito e foco no trabalho. E há algo que o marcou desde o início: a humildade dos patrões. No dia a dia, acredita que o trabalho também se faz com alegria, atitude positiva e vontade de contribuir para um bom ambiente. Na Quase Quase, há muitos sabores de que gosta: da Quiche Proteica às Lulinhas Desrecheadas, passando pela Feijoada Light. Para o Emanuel um dia bom começa sempre da melhor maneira: com fé, coragem, foco e alegria!

Dulce

Dulce

Entrou na Quase Quase pela mão da nossa querida Joana e, desde então, tem abraçado esta casa com vontade de aprender um pouco de tudo. Gosta de crescer no dia a dia, de perceber melhor cada tarefa e de sentir que o seu trabalho faz parte de algo maior. Simpática, focada e tolerante. Não gosta de ver nada fora do sítio e fica tudo num brinco de repente quando passa! Está na Quase Quase praticamente desde o príncípio e, como outros, tem sido uma peça chave para procurar formas diferentes de fazer coisas. O que mais a surpreendeu quando começou foi a gentileza e o respeito entre todos: uma forma de estar que valoriza e que sente fazer diferença no ambiente da equipa. Há também um lado do seu trabalho que muitas pessoas talvez não imaginem: a forma como pode contribuir, de maneira significativa, para a vida de pessoas intolerantes ao glúten. Entre os sabores da Quase Quase, a sua escolha vai para a Sopa Rica de Peixe. E, para si, um dia bom é aquele em que todos estão empenhados a "trabalhar para o bem de quem leva a nossa linda comida para casa".

Ayane

Ayane

A Ayane chegou à Quase Quase através de uma recomendação e rapidamente encontrou um lugar onde gosta de fazer um pouco de tudo. É uma pessoa simpática, determinada nas suas decisões, paciente e compreensiva: qualidades que se refletem na forma como trabalha e se relaciona com a equipa. Sempre disponível e atenta, assertiva e discreta, aprendeu depressa todos os pormenores de uma cozinha que era novidade. Ganhou a total confiança de todos! O que mais a surpreendeu foi a forma como foi recebida. Trazia consigo algumas ideias sobre como poderiam ser os ambientes de trabalho, mas encontrou na Quase Quase algo diferente: respeito, acolhimento e uma forma genuína de cuidar uns dos outros. Isso fez com que quisesse ficar. A sua presença calma e serena torna o ambiente mais leve, sem perder o lado da responsabilidade. Sente que o seu trabalho tem valor, porque contribui diretamente para o bem-estar das pessoas através de uma alimentação saudável. Entre os pratos da casa, a bolonhesa é a sua favorita. Um dia bom é aquele em que tudo corre como planeado: sem atrasos, com organização e com tudo a sair a tempo.

Sara

Sara

Um anúncio no Instagram e uma recomendação da Joana Moura trouxeram a nossa Sara à Quase Quase - e acabou por entrar num mundo que não esperava. Gosta de cozinhar, de testar receitas novas e de perceber como tudo funciona. Tem curiosidade, atenção ao detalhe e uma vontade constante de fazer melhor. É curiosa, atenta e carinhosa - deixa corações nos recados e nas etiquetas onde aponta a validade. Mas, confessa, também é ansiosa - daquelas pessoas que antecipam tudo na cabeça, todas as perguntas, todos os cenários (muitas vezes antes de acontecerem! LOL). Os pormenores são anotados e pensados de forma a não escapar nada e isso é essencial para a qualidade no final! E experiências: está sempre pronta para experiências (que são fundamentais). O que mais a surpreendeu foi a quantidade de comida que conseguimos produzir num espaço tão pequeno. Tudo a acontecer ao mesmo tempo, quase como uma pequena máquina bem afinada. Um dia bom é quando tudo corre como planeado - receitas a sair bem, poucos imprevistos e a sensação de que todos estão alinhados. Em casa, a Quase Quase também já faz parte da rotina. O strogonoff é um dos favoritos, daqueles que se repetem vezes sem conta. E há dias especiais em que o Chili do Hugo e o nosso Arroz entram na mesa. Se isso não é amor à Quase Quase, não sabe o que será.

Inês

Inês

Chegou à Quase Quase depois de se ter afastado da cozinha de estrelas Michelin para ser mãe. Passou por um trabalho de escritório, mas sentia que faltava uma parte importante: aquela ligação mais directa ao que faz sentido. Acabou por voltar à cozinha, mas de outra forma. Gosta de contribuir para a melhoria do estilo de vida dos nossos clientes, ouvir as histórias por detrás de cada pessoa, mas, acima de tudo, poder levar todo o conhecimento que retira da Quase Quase para os que lhe são mais próximos. É positiva, perseverante e dedicada. O que mais a surpreendeu foi ver uma marca pequenina crescer com base no cuidado e não na faturação e perceber que esse cuidado é real: nos pequenos gestos, nas perguntas que se fazem, na forma como a equipa se acompanha dentro e fora do trabalho - até nas férias fazemos vídeo-chamadas para matar saudades da equipa! Sabe que o que fazem todos os dias não é simples e as pessoas não imaginam os milagres que se fazem numa cozinha pequenina que já foi um pronto-a-vestir! Um dia bom é aquele em que há partilha, tanto das vitórias como das dificuldades, em que se celebra em conjunto e, mesmo nos dias mais difíceis, ninguém fica sozinho. Favoritos? Tem vários: falafel, bolonhesa e feijoada light - daqueles que fazem sempre sentido repetir.

Leonor Casanova

Leonor Casanova

O percurso pessoal da Leonor - a adolescente com excesso de peso que começou a ler (e a testar) tudo o que encontrava - primeiro sobre dietas e, mais tarde e naturalmente, sobre nutrição e o corpo. Ávida consumidora da literatura geek que, desde há décadas, mostrava que inúmeros dos alimentos industriais que banalizámos são o motor de muitas doenças, que o corpo consegue curar-se através da comida, que as gorduras animais são, afinais, gorduras boas. Nessa literatura, o fio condutor era o mesmo: as tradições ancestrais que alimentaram a nossa espécie durante milénios - pensem em Caldo de Ossos - continuam a ser os alimentos mais densos nutricionalmente. Essas tradições são tesouros de conhecimento que devem ser preservados. Resultado? Temos a casa sempre a cheirar a Caldo de Ossos. Esta é a mãe no pós-parto do terceiro filho que se comove com o tachinho de comida que a sogra deixa à porta (ainda estávamos em pós-covid), que cozinha tudo em quantidade para poder congelar e ter refeições prontas e saudáveis quando precisa. A aniversariante para quem o melhor presente de aniversário é passar o dia a cozinhar para uma multidão.

Hugo Angelo

Hugo Angelo

Pai, controlador de tráfego aéreo, apaixonado por desporto e por livros. Na Quase Quase, é muitas vezes o “picuinhas” do “Confia, mas confirma!”: sempre atento aos detalhes, a confirmar que tudo está a correr bem e como planeado. Tem como grande foco garantir que todos se sentem bem na Quase Quase, porque acredita que esse cuidado é a base essencial para que toda a operação funcione e cresça de forma saudável. Vê a Quase Quase como uma forma de ajudar mais famílias a cuidar de si e dos seus, através de caldos de ossos e refeições verdadeiramente nutritivas. Durante muito tempo lidou com uma psoríase forte nos pés, que só conseguiu ultrapassar através de uma alimentação mais cuidada e rica em proteína animal. A Quase Quase não é, para si, apenas comida, é acima de tudo uma forma de cuidar.

Martinha Reis

Martinha Reis

Chegou à Quase Quase através de um anúncio - onde começou como estagiária - e não só acabou por ficar, como, hoje, é uma peça fundamental para os níveis de qualidade que queremos atingir e manter! Entrou como estagiária e hoje faz parte da casa. E isso diz muito do caminho que foi fazendo. É o membro mais jovem e tem feito uma aprendizagem que vai levar para a vida! Gosta de trabalhar com a equipa e de partilhar o dia a dia com todos e é nesse ambiente que se sente bem e onde tem crescido! É perfeccionista, ambiciosa e trabalhadora. Gosta de fazer bem feito e de ir mais longe. O que mais a surpreendeu na Quase Quase foi o tamanho da cozinha - é tão pequenina para tudo e tanto que acontece lá dentro! O conceito da Quase Quase e esta forma de ver a alimentação eram desconhecidos, mas aos poucos, vai-se entranhando e até já faz Caldinhos para reconfortar familiares em convalescença! Um dia bom é trabalhar com os colegas, partilhar o dia e sentir que tudo correu bem. A comida favorita da Quase Quase, daquelas que sabem sempre bem - é a Feijoada light - frango cozido em caldo de ossos e chouriços sem aditivos!

Lurdes Lopes

Lurdes Lopes

Chegou à Quase Quase através de um anúncio: estava à procura de trabalho e encontrou muito mais do que isso. Sabe que o seu trabalho vai muito além de servir: é ter paciência, saber ouvir e dar a informação certa a quem entra. Gosta de atendimento e de trabalho em equipa e de aprender todos os dias. Tem aprendido muita coisa sobre alimentação saudável e sobre produtos que nunca pensou existirem e que nos fazem bem! É honesta, educada, simpática e amiga. E isso sente-se em cada cliente que entra - na forma como ouve, como explica e como cuida. O que mais a surpreendeu foi o conceito, a equipa familiar e a forma como todos cuidam uns dos outros. Um dia bom é trabalhar com gosto, chegar a muitos clientes e, sobretudo, receber clientes que conheceram a Quase Quase pela primeira vez a voltar "porque gostaram da nossa comidinha e da nossa lojinha". Apesar de ser difícil escolher, o Arroz de pato e o Caril de grão estão entre os preferidos. Daqueles pratos que nunca desiludem!

Leonor Casanova

Leonor Casanova

Apaixonada por cozinha saudável e nutrição, mãe de 3 filhos lindos e controladora de tráfego aéreo de profissão. Juntou a paixão pela ilustração de receitas à vontade de ter uma oferta de comida saudável, mas que fosse, acima de tudo, bonita e prática. Lançou-se com o Hugo nesta aventura de criar um conceito que proporcionasse mais tempo às famílias atarefadas dos dias de hoje e a todos os que se preocupam com a qualidade nutricional das refeições.

Hugo Angelo

Hugo Angelo

Pai, controlador de tráfego aéreo, amante de desporto e ávido leitor & melómano. Dado que sempre foi dado a ser certinho e organizado, gere tudo o que acontece nos bastidores da Quase Quase. Normalmente bem disposto, fica meio abrumado quando o contabilista agenda uma visita para rever papelada. Às vezes também deixa o seu sorriso na frente de loja.

Martinha Reis

Martinha Reis

Natural de Marco de Canaveses, veio para Lisboa dar aulas de Educação Física, mas dois anos depois, resolveu trocar o fato de treino pela jaleca. A paixão pela cozinha levou-a a continuar a fazer exercício de braços e core com as panelas, e de pernas e bunda com os kms na cozinha. Não há momento algum em que se arrependa da mudança e distribui amor e carinho na cozinha da Quase Quase.

Lurdes Lopes

Lurdes Lopes

Chegou à Quase Quase através de um anúncio: estava à procura de trabalho e encontrou muito mais do que isso. Sabe que o seu trabalho vai muito além de servir: é ter paciência, saber ouvir e dar a informação certa a quem entra. Gosta de atendimento e de trabalho em equipa e de aprender todos os dias. Tem aprendido muita coisa sobre alimentação saudável e sobre produtos que nunca pensou existirem e que nos fazem bem! É honesta, educada, simpática e amiga. E isso sente-se em cada cliente que entra - na forma como ouve, como explica e como cuida. O que mais a surpreendeu foi o conceito, a equipa familiar e a forma como todos cuidam uns dos outros. Um dia bom é trabalhar com gosto, chegar a muitos clientes e, sobretudo, receber clientes que conheceram a Quase Quase pela primeira vez a voltar "porque gostaram da nossa comidinha e da nossa lojinha". Apesar de ser difícil escolher, o Arroz de pato e o Caril de grão estão entre os preferidos. Daqueles pratos que nunca desiludem!

O caos dos dias

O caos dos dias

Com uma loja de comida, não tínhamos comida em casa porque não a trouxemos (e não há milagres). A minha irmã salvou o jantar e pôs mesa para o dobro da família que tem 😂 e assim vamos sobrevivendo às peripécias dos dias.

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A nossa missão é nutrir, principalmente as mães

A nossa missão é nutrir, principalmente as mães

Tudo o que fazemos é para nutrir.Tudo o que fazemos é com amor.Como se fôssemos uma mãe.Bem-vindos à nossa mesa de família ❤️

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Mais tempo? Temos :-)

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"Se, ao menos, tivesse tempo para cozinhar da forma que eu queria que eles comessem…”Não tem, mas nós temos! 😍 e com muito gosto 😉🥰

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As vossas doses são para quantas pessoas?

As vossas doses são para quantas pessoas?

Ao definir o tamanho das nossas doses tivemos que escolher um público a quem tentaríamos agradar primeiro 😅 (sendo que o que tem a ver com agradar no que toca a comida de conforto é sempre relativo pois a comida de conforto é sempre emocional e, de alguma forma, nos remete para ideias que temos da nossa infância, da casa da avó, dos cheiros que nos marcaram).

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Quando nasce um bebé, também nasce uma mãe

Quando nasce um bebé, também nasce uma mãe

E essa mãe precisa de toda uma rede de apoio que faça fechar e recuperar essas interiores paisagens ancestrais de onde saiu vida, onde agora está um vazio que precisa de sarar e recriar-se quando o coração que protegia passou para o lado de cá das estrelas.

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